A vacina contra a gripe para 2022 contém o subtipo H3N2

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Das amostras coletadas em 2022 de pacientes com quadro de SRAG (ou SARS, sigla em Inglês), o coronavírus foi identificado em 73,3%, e o vírus da influenza representa mais de 15% dos casos analisados. Foi justamente esse número elevado de casos de gripe em pleno verão brasileiro que intensificou a procura por doses da vacina contra a influenza em todo o país. A vacina contra a doença para o ano de 2022 já está em produção e terá em sua composição o H3N2, um subtipo de Influenza A, que está em circulação e responde pela maioria dos casos.

A campanha anual de vacinação contra a influenza, normalmente realizada em maio, prepara a população para estar imunizada e devidamente prevenida antes da chegada do inverno – período mais crítico para a doença. O estudo da Fiocruz destaca que há sinal de crescimento na tendência de longo prazo para a Síndrome Respiratória Aguda Grave em todo o país.

Anualmente, a vacina da gripe sofre alteração com o objetivo de abranger os tipos de vírus que mais circularam no inverno anterior no Hemisfério Norte (quando é verão no Hemisfério Sul). A nova vacina, que já está em produção e terá em sua composição a cepa da Influenza A – H3N2. A vacina quadrivalente, conhecida como Fluquadri Monodose, possui em sua composição as seguintes cepas: A/Victoria/2570/2019 (H1N1)pdm09; A/Darwin/9/2021 (H3N2); B/Austria/1359417/2021 (Linhagem B/Victoria); B/Phuket/3073/2013 (Linhagem B/Yamagata).

“O aumento nos casos deve-se à ausência de imunidade das pessoas à Influenza H3N2,  linhagem Darwin, que foi a que mais circulou no último semestre. Para gerar uma imunidade coletiva, este subtipo foi incluído na vacina para 2022”, explica a enfermeira Tatiana Jesus de Assis, gerente de enfermagem da Bravacinas – Clínica de Vacinação, empresa pioneira em imunização humana com unidades em Itajaí e Balneário Camboriú. A vacina quadrivalente, que estará disponível na Bravacinas a partir de março, é uma vacina fragmentada e inativada, ou seja, não causa a doença.

A vacina tem ação preventiva, evitando o contágio e, caso ocorra a contaminação, minimiza a probabilidade da pessoa desenvolver complicações em decorrência do agravamento da doença. Somam-se às ações preventivas, também as recomendações da etiqueta respiratória, amplamente divulgadas no decorrer da pandemia.

Para reduzir o contágio e a propagação da doença, caso a pessoa esteja positivada, devem ser evitados os locais fechados e/ou com aglomeração. Também faz-se necessário o uso da máscara facial, lavar as mãos com água e sabão com frequência e, na impossibilidade, aplicar álcool em gel. Quando houver manifestação de tosse ou espirro, cobrir a boca e o nariz com o braço (parte oposta ao cotovelo) e não sair de casa resfriado ou gripado e, em casa, manter distanciamento de pessoas mais vulneráveis, entre elas crianças pequenas e idosos. Copos, pratos e talheres não devem ser compartilhados.

Tatiana lembra que a Influenza e a Covid-19 são doenças virais que afetam a função respiratória, podendo ter alguns sintomas semelhantes, e a prevenção sempre será a melhor opção. “Independente do diagnóstico, o agravamento de sintomas, como falta de ar ou dificuldade para respirar e febre intermitente devem ser avaliados, ou reavaliados, por um médico ou enfermeiro”, orienta.

Alerta

“Como ainda estamos em uma pandemia, a infecção concomitante de H3N2 e Covid-19 pode debilitar ainda mais o paciente, agravando seu quadro clínico, além de gerar uma sobrecarga no sistema de saúde”, considera a enfermeira.

O H3N2 tem os mesmos sintomas da gripe: febre, congestão nasal, tosse, indisposição, dor de cabeça e no corpo. O ciclo natural gira em torno de 7 a 10 dias e a doença pode ficar incubada de 3 a 5 dias. Além do isolamento, a enfermeira destaca a importância do repouso e da ingestão de líquidos para auxiliar na recuperação.

Atenção

Crianças de cinco a 11 anos precisam aguardar o intervalo de 15 dias entre a vacina contra o coronavírus e qualquer outra vacina, segundo orientação da SBIm – Sociedade Brasileira de Imunizações. Para maiores de 12 anos, segue-se a recomendação da nota técnica do Ministério da Saúde, de setembro de 2021, que afirma que não há necessidade de aguardar um intervalo mínimo entre as vacinas do coronavírus e a da gripe ou de outras doenças.

Porém, no caso da pessoa (de qualquer idade) ter contraído Covid-19 a regra é bem diferente. “Será necessário aguardar 30 dias para tomar a vacina da gripe ou qualquer outro imunizante”, enfatiza Tatiana. Para contar o prazo, considera-se o primeiro dia dos sintomas ou a data da realização do exame positivo.

Pneumonia

Assim como os resfriados e a gripe, a pneumonia é uma das doenças respiratórias mais comuns. Ela manifesta-se como uma doença inflamatória aguda, comprometendo os pulmões e pode ser grave. A doença pode decorrer de uma infecção viral (gripe e coronavírus, por exemplo) ou por bactérias, sendo a Streptococcus pneumoniae (pneumococo) a mais comum.

A vacina da gripe contribui para evitar o agravamento das possíveis pneumonias decorrentes. E, juntamente com as medidas de higiene e etiqueta respiratória, uma dieta adequada à idade, atividades físicas regulares e não fumar ajudam a fortalecer o sistema imunológico, contribuindo para evitar o surgimento de doenças e suas complicações.

Bravacinas

Na Bravacinas, a pré-venda da vacina da gripe 2022 já está disponível para pessoas físicas e jurídicas, tendo valores diferenciados para pacotes empresariais (que podem incluir os colaboradores e suas famílias) e a aplicação do imunizante pode ocorrer na própria empresa, sem custo adicional. Além do valor diferenciado, a aquisição no período de pré-venda garante o valor contratado e a aplicação das doses, independente de uma saturação do produto nas redes ou aumento do preço no mercado.

Com intuito de promover prevenção e promoção em saúde, a  Bravacinas também oferece o serviço de testagem rápida para diversas doenças, entre elas o vírus da influenza. Os testes são realizados com segurança, por profissionais habilitados, atendendo todos os critérios de controle sanitário. Apresentam eficácia comprovada e são autorizados pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). A realização do teste dura em torno de 15/20 minutos, e o laudo é disponibilizado em até 12 horas. O serviço precisa ser agendado previamente e será realizado em casa ou nas empresas. Mais informações estão disponíveis pelo WhatsApp (47) 3344-0082 ou e-mail: comercial@bravacinas.com.br.

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